Tradução: Aujourd’hui les femmes, França (2007)

Bliss em 2000, Divinidylle em 2007, sete anos separam estes dois álbuns, o que é que te voltou a dar o gosto de cantar?
Divinidylle, comecei a escrever há seis anos. Me esforcei muito mais que anteriormente. É trabalhoso e raramente estou contente. Perdi muito muito tempo porque queria ir até o fim. Trabalhava todos os dias, procurava, até no momento em que me cansei e pedi ajuda a -M-.

Recorda-se da sua declaração aos 16 anos “é como se tivesse 40”, hoje em dia você tem 34 anos, setem-se mais em sua idade?
Disse aos 16 anos. Era infernal. (sem tradução). Com efeito, queria dizer que tinha uma vida muito rica e preenchida. Aos 16 anos, o meu diário não era simplesmente a família, a escola, os amigos: tinha um trabalho uma responsabilidade pública. Hoje em dia, sinto-me mais em fase com a minha idade, ainda que sempre com a impressão de que poderia ter vivido mais. Agrada-me pensar nisso.

O registo do seu último álbum teve lugar em Paris, no estúdio Laboratório M situado em Ménilmontant. Quais são as suas relações com a capital?
Nasci em Saint-Maur-des-Fossés, cresci em Villiers-sur-Marne, mas ia muito frequentemente a Paris aproveitar dos parques, os cinemas, os teatros… (sem tradução). Quando se vem das bordas de Marne, se encontrar no os Champs-Élysées, é um grande momento. E aos 16 anos, vivia boa parte em Paris.

As suas primeiras lembranças da Cidade luz?
As vitrines de Natal, as decorações, as iluminações, é o que me marcou quando era criança.

Com os seus primeiros caches, você comprou um apartamento… em Nova Iorque. Por que?
Me parece que aos 19 anos, desejava partir, porque a pressão sobre mim na França não era fácil de gerir. E seguidamente, como todos os jovens da minha idade, tinha desejo de ir viver noutro lugar. Nova Iorque, é uma cidade incrível, tudo vai assim rapidamente. (sem tradução).

Seguidamente você retornou a Paris… antes de partir de novo, com Johnny Depp…
Sim, aos 22 anos, comprei o meu primeiro apartamento em Paris, um apartamento que adoro e que tenho até hoje.

De que é que você gosta nesta cidade?
Dos seus cafés no terraço, não encontro isso em nenhum outro lugar. E seguidamente adoro olhar. Os Bateaux-mouches (não sei o que seria isso), isso me toca. É necessário fazer as baladas a noite a céu aberto. E quando passo na frente da Torre Eiffel, a magia opera sempre. Agora que não moro mais, cada vez que me encontro com a capital é maravilhoso, a mesma magia de quando era criança quando ia com os meus pais.

Como você definiria a Parisiense?
A Parisiense é rápida. Move, sai, vai as exposições, ao teatro, nos restos. Tem desejo de fazer coisas. Corre também de um encontro à outro, a pé, de carros, de metro, e bicicleta.

E a França, é sempre para você “a arquitetura, as pequenas cidades, a baguete, o queijo, o vinho e mesmo as pessoas ronchonchudas que são mais verdadeiras que estes americanos sempre ariscos”?
Sim, continuo de acordo com isso. Mas atenção, não quero desacreditar os americanos. A minha família é mesmo assim. Sempre me pedem para fazer comparações entre a França e os EUA, mas não gosto muito de expatriar-me. Não posso passar seis meses no outro lado do Atlântico sem retornar a França. Sinto falta do meu país. Ainda que às vezes o ronchudos me cansam e que digo-me que o lado que sorri dos americanos, ajuda a não tomar as mãos a cabeça todo o tempo. Por último, se tiver que escolher, prefiro mesmo assim o lado verdadeiro dos franceses.

Você tem duas casas, uma em LA e outra no sul da França, como você faz para compartilhar?
É o trabalho que condiciona as partidas, sobretudo quando se está em equipe. Escrever, posso fazer isso não importa onde. Há também o fato de que quando se tem uma família na França e outra nos EUA, é necessário indicar a cultura de cada um dos pais às crianças. Por conseguinte tento equilibrar entre os dois. E seguidamente, não é necessário esquecer que faço um trabalho de romance. A minha vida não é justa entre LA e a França. É por isso que este trabalho é sublime, porque nos faz viajar…

Você é urbana ou campestre?
Os dois, meu capitão! Gosto da cidade para qualquer que se pode fazer, culturalmente. E o campo, para descansar, refletir, criar. Tenho a possibilidade de viver por frações entre os dois.

Poderia ser feliz em Paris com as suas crianças?
Sim, sabido que sei que não é para viver dez anos. De modo que as minhas crianças conheçam outras coisas que o barulho, os engarrafamentos e a poluição.

Qual espécie de mãe você é?
Sou uma mãe bastante presente, ouço com total admiração as minhas crianças. São a minha prioridade.

A sua filha de 8 anos já começa a interessar por moda? Ela já tem o estilo dela?
Sim, e adora compras. Tem uma maneira de misturar as cores, os tecidos, os materiais que me deixa totalmente estupefata. O seu estilo é jeans e sapatilhas, mas sempre com acessórios que não tem o ar de nada, e é isso que é perfeito. Um colar, uma flor nos cabelos, um truque ao qual não teria pensado.

O que é que gostaria de dizer as suas crianças quando estiverem idade partir?
Respeito. É ultra banal, como todos os pais, eu tenho desejo que tenham boa saúde, sejam felizes, livres, que experimentem e que encontrem o que lhes fará bem. Sobretudo que não lhes façam mal.

E o que eles te diriam?
Não se preocupe mãe!

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