Tradução: Elle, França (25/05/2007)

“Divinidylle”: um álbum encantado | O NOVO AR DE PARADIS
A sua voz fez falta: após sete anos de ausência, Vanessa Paradis retorna com um bonito álbum concocté com M. Reencontro divino com a cantora e refrões idílicos. 7 anos de reflexão para 11 canções. Vanessa sabe fazer esperar! Ela tem uma hora de atraso no nosso encontro. Mas valia a espera, ‘Divinidylle’ pronunciem do (sem tradução) ele que bate a língua, toca (sem tradução) o seu titulo. Embalado e ritimado com o hit “Dès que j’te vois” escrito e composto por M também tem outras alavancas (como Briggite Fontaine, Alain Chanfort, Thomas …)

Esta física MMMhhh, sei que é você.
Os grandes olhos verdes inquietos, os dentes da felicidade, longos os cabelos louros. O comportamento barocco-baba: pequeno elevado preto em renda, pantalona, botinas laçadas século XIX, casaco em avaria de valours zinzolin. Mas, sobretudo, a voz. Qualquer dúvida, é bem Vanessa lá, no hotel, t com um grosso saco e nos reencontra no estúdio de M. Um lugar com o seu espirito: bonito o material, um juke-box que foi bom nos anos 80, sofás profundos e, por toda a parte sobre as paredes, a família Dutronc.Entre ela e M está o ‘Divinidylle’, M tinha participado em antes de ‘Bliss’ álbum de Vanessa, que canta em ‘Le soldat Rose’ a comédia musical de Louis Chedid, enquanto ela já estava em estúdio com seu filho.

Esta música MMMhhh, Sei que é você.
“Sou talvez um tantinho preguiçosa” diz ela como para desculpar-se destes sete anos (enquanto que a moda á quinquenal!) “Mas por último, todos me falam como era uma que retorna, eu fiz outras coisas mesmo assim..” (sem tradução). Não se duvida “Não fiz, não posso mais fazer álbum sem particípios, pôr a mão à massa, escrever minhas canções” Encontra-se em “laboratorio”. Lamenta não saber melhor brincar com um instrumento: “Tenho a orelha, mas não sou musica. Não posso escrever se outro têm a receita do copo, porque este será forçado.” (foi o que pude traduzir) Contra tudo, compôs “la mélodie” – um reggae bem simpático – “Les Revenants” – falava-se – e “La Bataille” – um truque muito rock que recorda a grande época, a Roda-Gil, Gainsbourg e Kravitz. “Primeira vez, eu que tenho tendência a fazer canções lentas e melancólicas, fiz uma canção rápida. Isso me tomou tempo, um pouco como o cinema, onde fazer, é mais complicado” uma voz mais grave, dos titulos mais retirados: diz-se SIM! (trecho confuso)”

Esta costa mamãe MMMhhh sei que é você.
Tem também “Jackadi”, música suave ao seu filho, Jack, cujo som toca aqui como um imã. A última vez, havia uma pequena canção para Lily-Rose. O álbum de fotografias recorda ainda mais o sonoro. “Entra-se numa idade onde as crianças têm necessidade de marcadores (Lily-Rose tem 8 anos, Jack, 5 anos), onde começam a ter uma vida social, dos amigos, é complicado com pais que viajam. E, ao mesmo tempo, é de tal riqueza: ver o mundo, encontrar pessoas, artistas. As minhas crianças são muito maduras. Têm da conversação… e muita possibilidade. Quando vêem um concerto de Dylan, é para isso que faço meu trabalho, porque é admirativo do seu conteúdo. Sei que fui muito estragada pela vida mas não sou Blase” Enraizar-se? Entre LA onde vive com Johnny e os filhos “papel de mãe em 100% dos lugares que se pode imaginar desta cidade” e a França, onde moram os seus pais e a sua irmã Alysson, aqui encaixota, o seu coração equilibra “mas vai bem ser necessário eu decidir”.

Estas costas mutique MMMhhh sei que é você.
“Tenho sempre a impressão de dizer muito às vezes”. (sem tradução) Que Johnny, se entrega mais facilmente. Talvez porque está em terra estrangeira. Nada lá feito. Vanessa não quer apresentar de novo sobre a sua felicidade, as suas crianças, Johnny D., curto ” o bonito lugar ao sol “, come ela o chama. Não “Bliss” bis. Falem trabalho (Roooh)! Os estúdios faltaram-lhe, a cena também – parte para três meses de volta ao país no fim de Outubro. Falsos ganchos em verdadeiros empecilhos (o rumor diz que esperaria uma terceira criança, devido as suas curvas infinitas no desfile Chanel de Julho), aprendeu a desconfiar-se: “Hoje em dia, faz-se e desfaz com tal velocidade. Cansada dos golpes de coração, o modo, as pessoas, tudo. Você os toma como falsos. E une-se mais ao essencial”. Ela conheceu, muito jovem, o dois lados da paixão pública. E “ tanto o ódio de há vinte anos parece-me desmedido, como tanto o amor de hoje… também. É muito importante não cortar sua própria publicidade ” Isso… é realmente você!

 

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