Tradução: Questions de Femmes (Março de 2009)

Porque a amamos tanto…
Porque é rara, discreta, de um incrível carisma e uma beleza solar que dissimula mal a sua fragilidade, Vanessa é uma verdadeira estrela! Volta com uma carreira exemplar esmaltada de triunfos. grandes felicidades e algumas desilusões. Todas as razões que nos fazem gostar de Vanessa Paradis.

“Há uma expressão que diz que certos rostos são um livro aberto. O de Vanessa nada nos esconde, é todo marcado. É o nosso livro de aluno, pode-se aprender a sonhar nos seus olhos, se reanimar no seu sorriso.” Quem disse isso se chama Serge Frydman. Que conheceu Vanessa Paradis nas filmagnes de La Fille sur Le pont, de Patrice Leconte, onde era o roteirista. Depois ele a dirigiu no seu primeiro filme, Mon Ange. Por trabalharem lado a lado. Frydman e Paradis tornaram-se amigos. Ele faz parte da banda. Típico de Vanessa. Trabalho e o afetivo se misturam. De qualquer maneira, é a mesma coisa: ele se corcunda, ri, e cresce junto… Neste meio onde nadam os tubarões, ela encontra assim o seu equilíbrio: nas efusões tranquilizantes dos que lamentam, ela gosta que a empurrem adiante.É necessário dizer que isso não foi sempre fácil. Sua adolescência particularmente, quando oscilava entre adoração de uns e a inveja violenta e gratuita de outros, os insultos, os escarros, os golpes. (sem tradução). Frágil, sobre um fio, a bordo do precipício… Vanessa se armou. Ela ganhou força: agia com indiferença para com os odiosos, e demonstrava um ar blasé, ao batalhão de fãs puros e duros. Com o decorrer do tempo, e a uma velocidade que força o respeito, ela provou que estavam enganados. Ela apagou cicatrizes. E depois talvez também, sem saber, ensinaram-lhe alguns valores essenciais: a exigência, a distância, a economia de efeitos midiáticos que lhe deram uma imagem e a humildade… Depois do sucesso fenomenal de Joe le Táxi, Paradis aprendeu a dar tempo ao tempo, dizer não quando é necessário e dizer sim quando preciso. A observar a sua biografia, pode-se ser mais ou menos sensível alguns os seus álbuns ou os seus filmes, mas é certo constatar que aos seus 36 anos, Vanessa Paradis não passeou neste percurso. Bem pelo contrário…

1972-1986 Junior Suite
Não escreveremos aqui que a infância de Vanessa se assemelha a todas as outras. Nem todos participaram de L’École des Fans aos 7 anos, nem registraram 45 voltas em 12 (La magie des surprises parfies pour l’Eurovision des enfants). Pouco importa se o disco em questão nunca saiu (até melhor). De qualquer modo, na época, Vanessa não se imaginava cantora, hoje ela crê: a sua onda, o actor é empresário Didier Pain. Foi ele quem a convidou a dar uma passadinha no estúdio onde Sophie Marceau gravava o seu álbum. Neste dia, Vanessa e uma atmosfera, cruzou Etienne Roda Gil. Então, algumas semanas mais tarde, Joe La taxi estava pronto para conquistar o mundo!

1987-1989 Au charme non plus
Desde seu lançamento em 1987, o triunfo foi imediato. Vanessa vendeu mais de três milhões de exemplares de Joe le Taxi no mundo. Pela primeira vez depois de Je t’aime moi nom plus, de Gainsbourg – Birkin, uma canção francesa é número 1 nas paradas britânicas. No ano seguinte, a mesma equipe repete com M& J, um álbum que contem vários sucessos: Marlyn & John, Maxou, Coupe Coupe, Mosquito… Mas a situação é paradoxal. Ao estar no top 50, a inveja, a agressão nas ruas. Quando o Midem (o mercado anual dos profissionais do disco), a questionou e a taxou. A adolescente dúvida. Muito. Do auge de seus 16 anos, ela deve continuar a fazer sucesso?

1990-1999 Variations sur le Même t’aime
Para fazer calar as más línguas, Vanessa deve não teve apenas que confirmar, mas encontrar uma credibilidade. Então algo cai do céu! Em 1989, ela se lança no cinema em Noce Blanche, de Jean-Claude Brisseau, e o seu talento de atriz. Não largando sua imagem de Lolita, mas ampliando sua imagem que precisava sair do taxi amarelo.

No mesmo período, Serge Gainsbourg não havia lhe escrito duas canções como timidamente ela havia lhe pedido, mas sim todas as músicas de seu novo álbum, ” Paradis é o inferno” , disse ele, sob encanto. Variations sur le même t’aime tem vários sucessos como: Tandem, Dis-lui toi que jê t’aime, L’ amour soi et surtout, ele abriu-lhe o caminho para a consagração. Os assobios foram substituídos quando, em 1990, recebeu em lágrimas o Victoire de melhor interprete feminino do ano, César de melhor esperança feminina e o prêmio Remy Schneider.

Sem falar de Chanel que a escolheu para ser a embaixadora de seu perfume COCO realizado por Jean Paul Goude, o comercial televisivo lhe deu notoriedade internacional, e os seus apelidos de estrela! Em 1992 após uma lição midiática com Florent Pagnny, a cantora com 20 anos cruzou seus braços ao braço de Lenny Kravitz. O músico lhe entregou um álbum chave na mão que lhe rendeu a sua carreira o disco de diamante. Ao lado o cinema, Jean Becker lhe deu, ele também, um papel feito por encomenda em Elisa. Aí todos já estavam de joelhos na frente de Vanessa!

Mais a artista vai cedo conhecer os seus primeiros fracassos. No cinema. Em 1997 Un amour de sourciére não seduz. Nem Une chance sur deux em 1998. O filme de Patrice Leconte reuniu pela primeira vez Delon e Belmondo que brincam com sua imagem e disputam a bela atriz. Paradis é magnífica, espivetada… mas isso não é o suficiente! Felizmente, o mundo gira. Desapontado pelo seu fracasso, Leconte escreve-lhe imediatamente outro filme, um universo diametralmente oposto: La fille sur Le pont é uma comédia dramática gravada em preto e branco. E Vanessa explode. Unanimemente cumprimentada, é nomeada ao César. O público a segue em número.

2000-2001 La Ballade de Lily Rose
Vanessa Paradis sorria muito. Depois de 1998, ela vivia o grande amor com um ator americano que, adolescente, a fazia sonhar quando assistia a série televisiva 21 Jump Street, certo Johnny Depp. Depois, o nome do ator cresceu e se encontra entre os mais prestigiados de Hollywood. Ele deixou seu passado rebelde para trás, e tornou-se pai de sua pequena Lily Rose nascida em 1999.
Entre duas mamadeiras, em 2000, Vanessa gravou Bliss. O seu primeiro CD em oito anos. Ela escreveu alguns textos, onde se revela ligeiramente, e dedicou o álbum à sua filha e a seu homem. Mas Vanessa não é uma prioridade, e sim sua família. Então, depois de uma longa volta, fez suas bagagens em 2001, e voltou a Los Angeles. Desde quinze anos, a sua vida é uma longa corrida de fundo. Ela merecia uma pausa!

2002-2007 Que fait La vie
Do seu refugio americano, Jack veio aumentar a família em 2002. Exceto a sua participação em algumas raras bandas originais de filmes (Le petit Poupoucet Atlantis), Vanessa aproveita a vida… Até p estranho e louco Atomik circus que marca o seu retorno ao cinema em 2004.
Ao mesmo tempo, Chanel a chamou para representar sua linha de bolsas Combon, e ela também participou do espetáculo musical de Louis Chédid, Le Soldat Rose. E também ela voltou com um magnífico papel em Mon Ange, de Serge Frydman. Resumidamente, alguns aparecimentos, antes de se refugiar novamente… E por último, em 2007, surge a notícia que oito anos após Bliss, Vanessa estará de volta com suas canções!

2007-2008 Dès que je te vois
Para Divinidylle ela chamou sua tropa e ela não esperava que o público a mostrasse que não havia a esquecido e que reservava-lhe um triunfo. A volta que terminou em 2008 em Bercy teve ingressos esgotados. Dois Victoires dde La musique coroaram também o seu regresso (melhor cantora e melhor álbum). Vanessa não se esqueceu do cinema: fez La Clef, um thriller de Guilherme Nicloux. Sobretudo, ela aparece, aos 36 anos, mais bonita do que nunca. Luminosa. Incrivelmente magnética. Vinte anos de carreira já. E isso está apenas começando…

2009 Sage Femme
E agora? Com a música de lado, além do duo com Albin de La Simone, nós a veremos no cinema, em junho, em Sage Femme, de Malbrouk El Melchri.

Sua Familia de coração…
Vanessa Paradis constituiu uma família. No momento do lançamento de Divinidylle, no fim de 2007 ela confessou: “A vantagem de trabalhar com pessoas que você conhece a tanto tempo, é que você não fica tímida nem impressionada”. É assim que o planeta Paradis circula em nomes que contam. E que homens! Inicialmente tivemos que descobrir, o tio Dider Pain. Depois, Etienne Roda Gil que lhe ofereceu as suas primeiras músicas, e Francis Langoff que compôs para ela os seus dois primeiros álbuns. O segundo, estava com Gainsbourg às encomendas. Um encontro que a marcou. Chegou depois o parceiro de uma parte de sua vida e de um disco, Lenny Kravitz. Por último, os quase veem agora sobre cena com ela no estúdio ao seu lado: Mathieu Chedid, Franck Monnet, Albin de la Simone… mas também Johnny Depp que realizou dois dos seus clipes, dedilhou um pouco de guitarra para ela.

Uma história de amor bem guardada…
Depois de dez anos o casal Paradis-Depp ainda é mítico: sabe-se que compartilham a sua vida entre Los Angeles e a sua casa no Sul da França, e que são proprietários de uma ilha nas Bahamas e preferem a solidão familiar as multidões. “Sou sem dúvida uma boa companheira porque sou dele. Não sou certa mas talvez seja uma boa amiga para outros” confessa ela. Então, 2009 será o ano do casamento? Murmura-se que o casal quer subir ao altar. No próximo abril. E apenas entre amigos. Informação ou boato?

 

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