Tradução: Sud Quest, França (15/07/2008)

Vanessa Paradis se apresentará esta noite no Vélodrome de Arcachon. A cantora aprecia muito o ambiente dos festivais de verão…

Vanessa, você conhece Bordeaux e seus arredores?
Honestamente, não muito bem. Mas eu já vim muitas vezes em turnê aqui. A cada vez sou muito bem recebida.

Esta noite, você se apresentará no Vélodrome de Arcachon construído em 1930. Você gosta de se apresentar em lugares exóticos?
Em todo lugar, eu adoro cantar nos festivais de verão. Eles são realmente os lugares que nos permitem nos reencontrarmos. Depois, eu adoro tudo que lembra os anos de 1930. A ideia de vir a tal lugar me agrada muito.

Porque você faz tão poucas turnês (a turnê “Divinidylle” foi apenas a terceira de sua carreira)?
Depende, eu não gravei muitos discos na minha carreira. Eu esperei o lançamento de meu terceiro álbum para sair em turnê. Antes não me sentia preparada. Depois em 1993, eu sai em turnê cada vez que eu lançava um álbum. Tenho realmente a chance de poder tomar o tempo de fazer um novo álbum. (não me vem um jeito melhor de traduzir essa última frase, mas dá pra ter a idéia do que ela falou)

“Divinidylle” é sua segunda colaboração com Matthieu Chedid (mais conhecido pelo nome de M) depois de ‘Bliss” em 2000, como vocês vieram a trabalhar juntos?
Quando Matthieu lançou seu primeiro álbum “Le Baptême”, eu tinha 10 anos, eu o achei muito bom. Suas composições, seus textos, seus sons realmente me tocaram. Nos encontramos pouco tempo depois, e desde então nos tornamos verdadeiramente amigos. Trabalhamos juntos em “Bliss”, e eu quis continuar em “Divinidylle”. E ele logo na seqüência aceitou fazer este álbum comigo.

Como aconteceu a gravação de “Divinidylle”?
Matthieu e eu gastamos muito tempo nisso. Eu estava freqüentemente nos EUA. E ia para Paris durante 10 dias a cada três meses Paris e lá trabalhava como doida. Mais finalmente, seus toques eram certeiros. O ambiente era excelente durante as gravações. E não apenas com Matthieu. Tive a chance de ter uma equipe incrível ao meu redor.

Os dois Victoires de la musiques obtidos graças a esse álbum (melhor interprete feminina e melhor álbum de variedades) representam muita coisa pra você?
Não. As recompensas me dão prazer, é claro. Mas o que mais me toca é o sucesso do álbum. Isso quer dizer que o publico o aprecia e isso é o mais importante aos meus olhos.

Você acaba de festejar os seus 20 anos de carreira. Quando você observa a Vanessa Paradis em 1987 que interpretou “Joe le Taxi” o que você sente?
Tenho a impressão de ver um pouco de alguém (não consegui entender o que ela quis dizer). Na época eu não tinha mais que 14 anos, uma garota. Eu penso em tudo que me acompanhava. Com a recordação, repenso em tudo que fiz durante esses 20 anos de carreira, me recordo de todos altos e baixos.

Você é cantora mas também atriz, é importante pra você ter essa dupla jornada?
Não é uma dupla jornada. Eu não faço isso para ter um belo cartão de visita. A música e o cinema, ambos me proporcionam muito prazer. São dois meios de expressão diferentes. Eu adoro os dois. Quando era pequena, eu não sabia qual dos dois gostava mais. Eu amava a música e sonhava em poder fazer cinema. Tenho a chance hoje de fazer os dois.

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