Tradução: Vogue Alemanha (Agosto de 2007)

A cantora e atriz francesa leva já o nome do jardim do Éden, o seu novo álbum Divinidylle sublinha o lado divino no seu título, e o seu companheiro antigo Johnny Depp parece adorar. É suficiente lançar um golpe de olho ao retrato que ele fez dela para a capa do seu novo CD, sobre o qual representa Vanessa Paradis como um anjo.

“Sim, ele pintou este retrato”, conta a jovem mulher de 34 anos. “Exatamente como se vê na capa, mas sem ouro nos cabelos e o fundo. Depois pedi para ele permissão para usar no meu álbum. Como sabe o quanto aprecio Gustav Klimt, coloquei folhas de ouro. Ele me representou mais bonita do que a realidade. Talvez que seja porque ele me ama.” Ela ri e acrescenta após uma curta pausa: “Enfim, eu espero.”

A relação, entre a antiga lolita da música pop francesa e o rebelde de Hollywood, na qual não se via nenhum futuro, dura agora quase 10 anos. A sua filha Lily-Rose tem 8 anos agora e o seu filho Jack 5 anos. Organizam a sua vida, entre Hollywood e o Sul da França, em função das suas obrigações profissionais. O tempo de Vanessa girava em torno do seu último filme, La Clef, que sai em Dezembro nos cinemas franceses, Johnny encontrava-se na França com as crianças. Durante o trabalho de Divinidylle, o essencial da família permaneceu em Los Angeles e Vanessa empreendia curtas viagens a Paris para as gravações. Seria a razão pela qual Johnny, que participou no álbum anterior Bliss (2000) tocando guitarra, não tenha participado do novo álbum. Mas explica que ele tem de todo o modo contribuído para a criação de Divinidylle: “Ele é o primeiro a quem peço o parecer. É ele quem quero impressionar. Peço-lhe ajuda, conselhos. Por exemplo, ele me ajudou a transformar a canção Jackadi em valsa”.

Além desta valsa, no início o seu filho Jack canta nesta música, mais também no novo álbum, Vanessa canta todos os estilos possíveis: pop, reggae, disco, e soul. A primeira canção, Divine Idylle, começa com um beat estilo Motown antes de finalmente evoluir para um pedaço Rock’n Roll. Isso acontece de maneira muito relaxada e com uma voz com múltiplas facetas. “Eu não tenho medo do mico, mergulhei simplesmente no meu trabalho sem intelectualizar. É como um salto de pára-quedas onde saboreamos o vento.”

Ela fez longo de caminho desde o fim dos anos 80 quando encantou a Europa com a sua pequena voz que de criança o hit Joe Le taxi. Seguiram se anos movimentados, colaborações com S. Gainsbourg e Lenny Kravitz, sucessos tanto como atriz, e se enlaçou com Johnny Depp. Mas qual é a sua concepção de um “divine idylle”? “É de ser feliz e ao mesmo tempo de ser consciente. São os momentos em que penso: Ah! É tão bom! Isso não depende de forma alguma do lugar onde você se encontra.”

 

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