Segunda Entrevista de Vanessa em AlloCiné

Como o vídeo é mais longo (cerca de 22 minutos), não vou conseguir postar no Youtube, então vou deixar o link aqui em baixo pra quem quiser ver diretamente no site allocine.fr:

Vanessa Paradis: Entrevista 2, Cornouaille, Como Arrasar um Coração, Meu Anjo, A Garota na Ponte, Duas Chances em Uma.

Para o post não ficar longo, vou colocar aqui somente uma tradução rápida das partes que achei mais interessantes e consideráveis.

Diretora um dia?
A ideia a intriga, ela adora foto e enquadramento, assim como as histórias e emoções. Pode acontecer futuramente.

Do cinema ao teatro, um dia?
Ela tem um pouco de medo, por causa das vibrações, silêncio e da não participação do público, mas mesmo assim ela tem vontade de fazer. Ela gostaria de participar de algo original, clássico.

A arte dramática é um músculo?
Ela explica que não necessariamente um músculo como as cordas vocais são quando ela canta, mas sim quando se participa de vários filmes seguidos, sempre gravando, é como montar um castelo, e você leva o aprendizado de um filme para o outro. Antes ela ficava anos sem fazer um filme, e cada vez parecia ser a primeira, e no último ano foi diferente, ela fez 04 filmes seguidos, e isso mudou. Apesar dela ter feito poucos filmes em 20 anos, isso é muito para uma também cantora.

A Garota na Ponte
É uma lembraça de filmagem muito boa, era uma mistura perfeita do cenário de Frydman, direção de Leconte, um parceiro como Auteil e o período que ela estava vivendo na vida pessoal (durante a gravação, ela estava grávida de Lily-Rose), um momento muito forte na sua vida, e tudo se passou ao mesmo tempo. Ela já havia filmado com Leconte em Duas Chances em Uma, mas foi diferente, são trabalhos completamente diferentes, o primeiro era grande, mais caro, o segundo simples. Toda a equipe estava muito unida, é um filme maravilhoso.

O monólogo de A Garota na Ponte
Ele é muito importante, foram cerca de 07 minutos, era pessoal, pois ela estava sozinha, e ela se lembra de ter se maquiado, estar se preparando e concentrando muito para a gravação dele, e depois ela e Leconte caíram no riso. Foi a única cena que ela gravou com câmera no perfil e a em sua frente. O monólogo foi gravado duas vezes somente, sendo a segunda somente por segurança.

Cantando na Chuva
Ela assistia muito quando era criança esse filme musical, e foi ali que ela aprendeu a cantar em inglês, mesmo não sabendo nada do que significava.

Sonho de uma comédia musical
Mesmo cantando e atuando em Atomik Circus, ela ainda tem o sonho de participar de uma comédia musical fiel, digamos assim, como as dos anos 40, 50,  com o Technicolor (o processo de coloração dos filmes, usado até os anos 60). História, boa música e ótimas coreografias, e o “saber fazer”.

Dinah Washington/Café de Flore
A voz de Dinah lhe causa arrepios da cabeça aos pés. Vanessa trocou muitas músicas com Jean-Marc (o diretor de Café de Flore). A Garota na Ponte de seus filmes, é o preferido, Café de Flore é quase, porém a gravação e participação foi muito curta.

Ela ainda fala sobre Anne Le Ny, Boda Branca, Meu Anjo, Como Arrasar um Coração, Marilyn Monroe, etc.

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