Vanessa em entrevista para Vulture

Antes do furacão Sandy que atingiu os EUA no último mês, Vanessa Paradis deu mais uma entrevista, dessa vez para o site Vulture.com, falando sobre Café de Flore, que como já comentei, terá mais uma estreia por lá.

Ela fala sobre o amor (talvez só relacionado ao filme, talvez não), sobre o próprio longa, almas gêmeas, etc. Então só irei traduzir as partes que achei um pouco mais interessantes, diferentes daquelas perguntas que os jornalistas estão sempre fazendo a ela ultimamente:

“Nova York é a cidade da liberdade. Quando eu saí da casa dos meus pais aos 19 anos, foi o primeiro lugar onde morei sozinha. Na França, eu já era famosa, mas aqui eu poderia ser anônima. Eu estou tão feliz [em estar de volta] que tenho cãibras nas minhas bochechas, porque fico sorrindo”. Ela veio em 1992, para colaborar em um álbum, seu terceiro, com o então namorado Lenny Kravitz. Ela voltou agora para gravar Fading Gigolo, uma comédia dirigida por John Turturro, na qual ela estrela ao lado de Woody Allen e Sofia Vergara

“Ela (Jacqueline, sua personagem em Café de Flore) é completamente dominada pelo amor que tem pelo menino. Ela não tem mais nada e ninguém. Nos anos 60, a expectativa de vida de uma pessoa com síndrome de Down era de 25 anos, e ela tem pavor em pensar em perdê-lo”.

Embora o papel lhe valeu um Genie Award (o Oscar canadense) de Melhor Atriz, em março, Paradis duvida que ela foi a primeira escolha da Vallée (diretor de Café de Flore). “Ele não tinha interesse em mim”, diz ela. “Eu tinha uma imagem glamourosa, e ele estava procurando o oposto disso. Mas [no dia que nos conhecemos], algo aconteceu comigo que tinha me chateado e preocupado, então eu não estava tentando ser sedutora ou charmosa. Eu não era rude, mas eu não era falsa, e eu acho que isso foi exatamente o que ele gostou.

…Tiramos dela (a personagem) qualquer sedução, apelo sexual, ou feminilidade. É por isso que eu usava aquelas roupas de cor marrom, pintei meu cabelo, não usava maquiagem, e usava desconfortáveis ​​sapatos vintage que me deram uma forma caminhar diferente”.

“Filmamos durante 17 dias, e quando acabou, eu queria mais seis meses”, diz ela. “Jean-Marc e eu falávamos sobre música o tempo todo. Ele também é DJ. Ele tocava música no set todos os dias.”

 “Quando você canta, você solta o diafragma, que é onde o stress fica preso”, diz ela. “Quando eu interpreto, eu sou outra pessoa, dirigida por alguém. Mas a música é o meu mundo, minhas emoções, e são minhas histórias. “

Para quem tiver interesse, deixo aqui o link da entrevista original (em inglês): Vida após Johnny. Vanessa Paradis em seu novo filme Café de Flore e o problema com almas gêmeas. Por Aysegul Sert.

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