Festival de Cannes: 12º dia – Encerramento

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E infelizmente, Cannes chegou ao fim! Ficamos mal acostumados ao ver Vanessa diariamente por quase duas semanas, o que foi algo muito raro e inédito. Mas bem, vamos ao resumo da noite.

Vanessa usou um modelo Chanel Haute Couture vintage e passou pelo tapete vermelho com o restante do júri. Em uma das entrevistas, ela disse que eles foram o júri que mais demoraram a chegar ao resultado. O júri que Vanessa faz parte é responsável por decidir o prêmio mais importante do festival, a palma de ouro.

Novamente podemos ver o seu entrosamento com Donald Sutherland e também com Katayoon Shahabi, com quem andou pelo tapete vermelho abraçada.

 

Na cerimônia de encerramento, Vanessa foi apresentada ao público como “A representação do cinema francês, da música francesa e da televisão francesa”. Ela apresentou junto com Kirsten Dunst um dos prêmios da noite. E depois de muita deliberação, o ganhador da Palma de Ouro – o mais importante da noite – foi “I, Daniel Blake”. O filme de Lily não venceu na categoria na qual concorria.

 

E depois o júri foi para uma coletiva de imprensa para falar sobre os escolhidos para as premiações da noite. Houveram algumas vaias da parte de alguns jornalistas. Segue um pedaço da matéria do Uol:

Foi a maior saia justa numa coletiva em Cannes. Quando o júri presidido pelo australiano George Miller (de “Mad Max – Estrada da Fúria”) entrou na coletiva de imprensa para explicar as suas escolhas para a Palma, houve uma vaia sonora e longa de alguns jornalistas.

Eles tinham razão. Ninguém há de reclamar da Palma de Ouro para Ken Loach, um dos cineastas mais engajados e humanistas do mundo. Mas o Grande Prêmio do Júri para o discutível “Juste la fin du monde”, e principalmente o prêmio de direção para o vaiado “Personal Shopper”, ninguém conseguiu entender.

Antes da premiação, dois membros do júri – Mads Mikkelsen e Laszlò Nemes – deram a entender que houve discussões ferozes para chegar aos escolhidos – e nem todo mundo saiu satisfeito.

“Discutimos por mais tempo do que outros júris, e nada foi deixado sem debate. Fizemos o melhor que pudemos”, se desculpou Miller, que tentou botar panos quentes nas desavenças: “Foi emocionalmente exaustivo, todo mundo discutindo com muita paixão”. Ele se recusou a dizer o que ele e os colegas pensaram de filmes não premiados, como o alemão “Toni Erdmann” – vencedor do Prêmio Fipresci, o prêmio da crítica internacional – ou o brasileiro “Aquarius”.

 

Alguns vídeos:

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