Love Songs CD1 (2013)

Todas as músicas foram traduzidas pelas administradoras do site, Aline e Sara. Se forem postar em outros sites, por favor deem os créditos ao Vanessa Paradis Brasil.

CD 1:

lovesongsbymondino

O Além (L’Au-Dèla)
Letra e Música: Mickaël Furnon

Não me perguntem porque vim
Na minha via-crúcis, a rota estava retorcida
Não me perguntem como isso ocorreu
Eu não me lembro, o tempo parou
Eu não vi a noite descendo a pequenos passos
E na minha insônia, eu não entendia
Eu via as estrelas girando
Elas me conduziram a você, aqui vão minhas desculpas
Desculpa!

Não me perguntem porque sou assim
Se o deus que me criou zomba de mim
Não me perguntem como isso aconteceu
Quando perdi a cabeça, o tempo parou

Eu procurei no céu e em todos os dias
Procurei as cordas de sua imensidão
Eu vi o medo dançar, perdido na tormenta
Ele tinha cor de uma morte triste e lenta
Triste e lenta

É belo no Além, eu permaneço lá
É belo no Além, eu permaneço lá

__
Canção de Amor (Love Song)
Letra: Vanessa Paradis e Benjamin Biolay/Música: Benjamin Biolay

As batidas do meu coração
Não cessarão meu belo erro
Na linguagem dos cílios
Meus grandes olhos dizem assim seja
Minha pele, meu belo amante
Sua temperatura um grau acima
Na linguagem corporal
Diz me abrace rápido e forte

Amor, eu não sei
Nada sobre o amor, você sabe
Me segure até que o dia acabe
A noite toda vamos nos divertir

Os vizinhos de cima
Estão batendo com golpes fortes
Mas o barulho da cama
Range, range cada vez mais forte
Nossos corpos se confundem
Nossas almas se misturam e se fundem
Há toneladas de pessoas,
Mas em você eu gosto até do menor átomo

Amor, eu não sei…

As batidas do meu coração
Não cessarão imediatamente
Porque eu tenho você na pele
E eu quando amo, quando amo é uma loucura
Eu cometo todos os erros
Eu choro, eu vasculho, semeio o terror
Eu faço também muito esforço
Sim, abrace-me rápido e bem forte

Do amor, você nada sabe
Do amor, eu nada sei

Minha pele, meu belo amante…

__
O que é isso? (C’Est Quoi?)
Letra e música: Mathieu Boogaerts

Isso depende de quem
Depende de mim
Isso depende de quem?
De mim

Eu tenho desejo?
Ou não tenho?
O que diz meu pequeno… Dedo?

O que é que eu quero?
No que eu acredito?
O que eu não… quero?

Depende disso
Depende daquilo
Mas depende de quem?
De mim
Se eu tenho uma opinião
E se eu tenho escolha
O que eu escolheria… o quê?

O que é que eu sei?
O que eu sinto?
O que me agrada tanto?
O que eu faço?
O que eu espero?
O que eu amo… de verdade?
Isso depende…

__
Os Espaços e os Sentimentos (Les Espaces et Les Sentiments)
Letra e música: François Villevieille

Olhares cruzados como um cowboy no verão
Eu era a amazona do rio embriagado
Acredite em mim se você quiser, eu saberei ficar
O amor é como um pobre beijo roubado
Você tinha em você terras esquecidas
Beleza de coração, olhos endiabrados
Eu amava a tua maneira de me olhar
E as aventuras que eu sei que você esteve

Eu jamais esperei o anoitecer
Para me embebedar com a tua história
Me fale sobre os oceanos
Os espaços e os sentimentos

Tuas botas desapareciam na areia quente
Cruzeiros milenares, contos de fadas
Me mostre o gosto do teu silêncio
O amor é reencontrar toda sua infância

Eu jamais esperei o anoitecer…

A morte vai corroer o que somos
As cartas restarão pregadas ao sol
Meu amor são lembranças roubadas
Perder a razão como um símbolo

Eu jamais esperei o anoitecer…

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Cuide de mim (Prends Gards À Moi)
Letra e música: Benjamin Biolay

Se você vira as costas
Em meio ao novo vento
Então, cuide de mim
Se me trata com desprezo
Se você acredita no que dizem nos jornais
Então, cuide de mim

Se você não cuida de si mesmo
Se você não cuida de si mesmo

Se você parte do zero
Se você coloca fogo em teus heróis
Então, cuide de mim
Se você mostra tuas presas
Quando estou nua, quando estou de costas
Então cuide de mim

Se você não cuida de si mesmo…

Se te pegam de novo
Alguns desejos mais além
Do vento de renovação
De altos e baixos
Eu saberia muito
Para transpassar teu coração
Teu sagrado coração

Se você decai
Se segue os cursos e taxas
Então cuide de você
Se você vira de costas
Desde que, a princípio é necessário
Então cuide de mim

Se você não cuida de si mesmo…

__
Você parte como voltamos (Tu pars comme on revient)
Letra e música: Benjamin Biolay

Você parte como voltamos
Todo fogo, todo fogo apagado
Não é difícil fazer isso certo, não?
Você dá como retemos
Você me fez um mal do cão
Mesmo dois pássaros voando valem mais que um na mão

Por anos eu fugi da minha vida
E a pouco eu entendi
Que cada erro tinha um preço
Que cada vez que eu tinha tomado essa outro rumo
Eu me afastava de você

Você parte como voltamos
Tenho mais linhas na mão
Não é difícil fazer isso certo, não?
Você pega como recebemos
Você puxa cruzes
Você não tem mais estima, mesmo o minímo, por mim, não?

Por anos eu fugi da minha vida
E a pouco eu entendi
Que cada erro tinha um preço
Que cada vez que eu tinha tomado essa outro rumo
Eu me afastava de tudo… e sobretudo de você

__
A Escuridão, Ela vem (The Dark, It Comes)
Letra e música: Carl Bârat

O sol rola lentamente de novo
A escuridão, ela vem
Mas eu não posso dizer quando

Doçura sente-se, eu tenho algo a dizer
Eu estraguei tudo de novo de uma maneira terrível
Estou longe de casa, fiz errado e estou com medo
Mas eu preciso que você se lembre do pacto que fizemos

Diga-me querido amor, as coisas não podem ser tão ruins
Essa não será a primeira vez que você me deixa triste
Mas se você tiver feito o que eu acho que deve ser
Suas palavras serão inúteis e você ficará livre

O sol rola lentamente de novo…

O amor me dominou com sua paixão e garras
Agora ele me persegue até a loucura com o fantasma do remorso
Ela era uma vadia má que ameaçou a nossa causa
E agora ela jaz aqui no chão do banheiro

Oh Deus, por favor, tenha piedade, oh, o que você fez?
Você fez isso para me machucar, diga-me que não é verdade
Eu sei que você transou com ela e isso é suficiente
Ela era melhor do que eu? Seu coração deve ser amaldiçoado

O sol rola lentamente de novo…

Eu estou sozinho, perdido, sou um selvagem no mar
Você não deixaria eu entrar, eu mal posso respirar
Estou magoado, solitário, tão perdido quanto é possível
Mas querida, querida, tem que ser

Eu estava sozinho e tolo, ela não era nada para mim
Como uma mariposa para uma vela, eu estava bêbado demais para ver
Minha doçura, minha doçura, eu era apenas um menino
E agora eu sou um assassino, minha vida está destruída

Oh venha pra mim, baby, ela não era nada para nós
Ela não está mais por perto, era apenas sua bebedeira perdida
Não importa o que você fez, há um pacto que fizemos
Do o dia do nosso primeiro beijo até nós jazermos em nossos túmulos

__
Cadeira de Balanço (Rocking Chair)
Letra: Benjamin Biolay/Música: Vanessa Paradis

Rimos menos, não rimos mais
Menos beijos nos becos das ruas
Longos silêncios, o coração pela ciência
Eu teria eu acho, eu nunca acreditaria

Mas com o tempo
Esquecemos a pele a pena e os mistérios
Sim, com o tempo
As lembranças mais belas voltariam
Na cadeira de balanço
Na cadeira de balanço

Você me escreve menos, eu não te escrevo mais
Eu liberto a fera que não pode mais
As vezes eu danço com a sombra da sorte
As vezes eu penso que eu não tenho mais

Mas com o tempo…

Você parte amanhã, eu não voltarei mais
Mas no entanto, continuamos mordidos
As vezes eu flerto e deslizo nas ladeiras
Mas a morte lenta, eu não quero mais

Mas com o tempo…

__
Estação 4 de Setembro (Station 4 Septembre)
Letra e música: Benjamin Biolay

Nos conhecemos numa manhã na estação 4 de Setembro
Nos reencontramos na manhã seguinte para ir beber um café juntos
Fizemos um progresso ao menos, me parece
Desde a primeira taça de vinho ao último beijo sem língua
Conhecemos pequenos quintais, geadas de Dezembro
Ingênuas que usavam curto e caminhavam sobre pés sensíveis
Nas noites quentes deitados embaixo do coqueiro e da cinza
Vinho envelhecido, miséria nua, mas que felicidade juntos

Mesmo no próximo século eu falarei ainda
Mesmo no próximo século eu falarei ainda
Mesmo no próximo século eu chorarei ainda
Mesmo no próximo século eu chorarei ainda

Se perdemos uma manhã na estação 4 de Setembro
Atormentados embriagados desse vinho que vos faz os olhos amendoados
Raspamos alguns muros, você levantou algumas pernas
Teve pensamentos absurdos de dizer adeus a esses grandes condomínios
Adeus noites ternas, adeus carinhos, adeus leite de amendôas
Adeus relativa felicidade de tomar um café juntos

Mesmo no próximo século eu falarei ainda
Mesmo no próximo século eu falarei ainda
Mesmo no próximo século eu chorarei ainda
Mesmo no próximo século eu chorarei ainda

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Você Vê o Que eu Vejo (Tu Vois C’Que J’Vois)
Letra e música: Mathieu Boogaerts

Não, mas você vê o que eu vejo
Toda a vida pela frente
Venha ver como ela é bela
Eu te faço uma pequena escala

Olhe bem o horizonte
Olhe como ele é longo
Olhe como ele é claro
Estou certa que vai te agradar

É fácil
Ao sinal
Você desgruda do sol
É fácil
Mesmo nada mal
Você voa no céu

Não, mas você vê o que eu vejo
E você acredita?
Eu te juro é bem real
Eu te empresto meu binóculos

Eu vejo todas as cores
Diríamos pequenas flores
Venha ver como são vivas
Sim, faz a tentativa

É fácil…

Não tenha medo que elas queimas tuas asas
Não tenha medo que elas embaracem, minha bela
Elas não são frageis
Tuas asas
Minha bela

O céu está desempedido
Essa é hora, vai
Pegue impulso
Nunca desaprenda

Basta pegar o vento
Nada mais no separa
Em breve na corrente
Não, não tenha vertigem

Vai
É fácil…

 

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