Love Songs CD2 (2013)

Todas as músicas foram traduzidas pelas administradoras do site, Aline e Sara. Se forem postar em outros sites, por favor deem os créditos ao Vanessa Paradis Brasil.

CD 2:

lovesongsbymondino

O Creme (La Crème)
Letra: Pierre Grillet/Música: Ben Ricour

Eu não quero que me grite, eu quero que me passe creme*
Uma carícia muito melhor do que uma tiara
Apenas um gesto e de repente a alegria
Eu quero o creme e que eu mesma não o coloque

Uma palavra gentil, que melhora
Palavras doces, este é o meu creme da noite!

Eu não quero que me grite, eu quero que me passe creme
Sorria para mim e eu vou fazer o mesmo
Eu deixo cair a chuva e eu me largo ao vento
Em agradecimento ao tempo do creme

Uma palavra gentil, e eu estou servida
Palavras doces, este é o meu creme da noite!

Eu quero tudo que toque sinceramente
Como é fácil, quase uma brincadeira de criança
Eu não quero que me grite, eu quero que me passe creme
E, se possível
Que eu não faça isso sozinha

Palavras doces
Palavras doces
Que melhora
Este é o meu creme da noite!

Eu não quero que me grite, eu quero que me passe creme
E, se possível
Que eu não faça isso sozinha

* Sei que fica meio sem sentido mas é isso mesmo, “on me crème” significa “ungir”, “aplicar/passar o creme”

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A Muralha (Le Rempart)
Letra e música: Matthieu Boogaerts

Ei, qual é o sentido?
Qual é o sentido de vir vê-lo?
Qual é o sentido?
Como eu estou?
Quando eu bato na sua porta hoje à noite
O que eu espero?
O que eu espero?

Sim, o que eu espero?
Diga-me o fim da história
Que me liberta
Que me repete
Diga-me se eu vir, se eu for
Que me esclareça
Que isso me faz ver
O que há por trás
Por trás dessa história
Por trás dessa muralha
É um mistério

Eu, eu tenho medo do escuro
Eu tenho medo da noite, do acaso
Tenho medo aqui
De não saber mais
Eu tenho medo de me perder
Que seja tarde
Lá sem luz
Tenho alguma esperança

Hein, o que eu faço?
É verdade que eu tenho que terminar bem em algum lugar
Longe de suas terras
De sua memória
Eu só queria te dizer
Adeus
Apenas uma última
Vez te rever
Antes que eu erre
Que eu me perca
Eu gostaria que nos abraçássemos
Então nos separamos

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Meu Amor (Mi Amor)
Letra e música: Adrien Gallo

Diga-me que você me ama, que a vida é bela, que este mundo é louco
E o que quer que haja eu continuarei contigo, contigo até o final
Oh, na vida e na morte, meu amor, eu largo tudo
Diga-me que você me ama e os outros que se danem

Beije-me em Viena, Harlem ou bem no Sena, leve-me para todo canto
Diga-me que me ama, que nossas vidas se misturam, que eu sou tudo para você

Oh, faça-me mudar novamente, de cenário
Eu não estou nem aí
Para esses problemas
Como eu, você também é louco (x2)

Olhe-me nos olhos, não entre nesse jogo, mas enfim
Olhe-me nos olhos, não entre nesse jogo, mas enfim

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Ano Novo (New Year)
Letra: Ruth Ellsworth Carter/Música: Lily-Rose Depp, Johnny Depp, Vanessa Paradis

O ano novo chegou finalmente
Inocente com pele sem marcas de seda
Apenas por um momento, então ele voa
E o som da tatuagem começa

Respirando suavemente
Ele vai chegar ao essencial (2x)

É permanente
Tudo o que você precisa saber
Permanente no corpo de sua alma

Tudo é relativo em tempo
As cicatrizes vão se curar e, em seguida, o que restará?
Ficamos com um projeto misterioso
Uma bela recordação da dor

Respirando suavemente
Ele vai chegar ao essencial (2x)

É permanente
Tudo o que você precisa saber
Permanente no corpo de sua alma

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Tu és uma coisa grande (Tu si’ ‘na cosa grande)
Letra: Roberto Gigli/Música: Domenico Modugno

Tu és uma coisa grande para mim
Uma coisa que me faz apaixonar
Uma coisa que se tu olhas para mim
Eu morro assim
Olhando para ti

Queria saber uma coisa de ti
Porque quando me olhas assim
Se tu também te sentes morrer
Não me o dizes
E não me fazes entender, mas por quê?

E diz uma vez somente
Se também tu estás tremendo
Diz que me quer bem
Como eu, como eu
Como eu quero bem a ti

Tu és uma coisa grande para mim
Uma coisa que nem tu sabes
Uma coisa que não tive nunca
Um bem assim, assim grande

E diz uma vez somente
Se também tu estás tremendo.
Diz que me quer bem
Como eu, como eu
Como eu quero bem a ti

Tu és uma coisa grande para mim
Uma coisa que nem tu sabes
Uma coisa que não tive nunca
Um bem assim, assim grande

Assim grande
Assim grande

__
Sombreiros (Sombreros)
Letra: Jérôme Attal/Música: Ben Ricour

Um beijo não é quase nada
É o tempo que descolore
No coração de calças

Um beijo é três vezes nada
Mas os nossos, o próximos
Não vai ser falso

Um beijo é apenas propaganda
Muitas vezes equinócia
Eu não faço toneladas

Ou isso pesa, ela ressoa
Ela cai em um desmaio
Ou nas maçãs

Voga minha dor sob sombreiros
Sob o sombreiro
Voga minha dor sob sombreiros
Me embebedar e se afundar*

Um beijo que lança um feitiço
Mas às vezes eu saio
Mais vivo do que morta

Vá para casa de sua mãe
Se você tem medo do trovão
Se o amor não fez a sua passagem

Voga minha dor sob sombreiros
Sob o sombreiro
Voga minha dor sob sombreiros
Me embebedar e se afundar*

Um beijo não é quase nada
Este é o coração assassino
Luto em estoque

É o coração que recebe
Uma punição ambígua
Porque ela faz bem

Voga minha dor sob sombreiros
Sob o sombreiro
Voga minha dor sob sombreiros
Me embebedar e se afundar*

Um beijo é três vezes nada
Mas os nossos, o próximos
Não vai ser falso

* “soulée” significa “ficar bêbado” e “somber” “afundar”

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Ser Aquela (Être Celle)
Letra: Marcel Kanche/Música: Vanessa Paradis

Eu quero ser aquela
Que bebe o céu
Aquela rocha da madrugada
Ao êxtase
A gota de chuva sobre a magnólia
Um fio de seus dedos

Eu quero ser aquele
Que é constantemente
Aquele que lapida o sal
Para intoxicação
Febre de vida
Coloca em seus lábios
A respiração de minha voz

Ser aquela
Que deixa a seiva
Fluir nas árvores
Ser aquela
De pé na chuva
No tapa do vento
Ser aquela
Que a rosa não faz mal

Eu quero ser aquela
Que não tem medo
Seja aquelas
Que deixaram
O sal corroer
As armadura

Ser na sela
Exército de alegria
Ser sem rei
As rédeas
Aos os meus dedos

Ser aquela
Que deixa a seiva
Fluir nas árvores
Ser aquela
De pé na chuva
No tapa do vento
Ser aquela
Que a rosa não faz mal

Eu quero ser aquela
Que bebe o céu

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Porta (Doorway)
Letra e Música: Vanessa Paradis

Esperando por ele para subir
Com uma batida em sua porta
Céus diluídos, amor à venda
Para chegar à costa
Em seus olhos semi abertos
Duas ondas pequenas não ditas
Esperando a maré a se desdobrar
Sua prata e ouro

Vejo você além do mar
Me pergunto quem poderíamos ser
Em algum lugar além do mar
Há um lugar para você e eu

Nós enfrentamos as temporadas mão na mão
Cantado para sempre
Rastejando através das videiras do inferno
E céu, batendo à nossa porta
Em meus olhos semi abertos
Duas ondas pequenas não ditas
Esperando para o passeio para explorar
Minha prata e ouro

Vejo você além do mar
Me pergunto quem poderíamos ser
Em algum lugar além do mar
Há um lugar para você e eu

Cantar comigo esta música ordinária
Requebre pela minha música sob a lua
Cedas ao fluxo, não é preciso esperar
Você e eu vamos nos beijar novamente na porta de entrada

__
A Música dos Velhos Bobos (La Chanson Des Vieux Cons)
Letra e Música: Benjamin Biolay

Como nós não sabemos que não sabemos nada
Como nós somos pequenos cães gentis
Como a pequena saúde vai bem
Nós não somos a cauda de um ser humano

Como nós não sabemos a desaceleração
Que te queima intensamente em um dia em junho
Como nós não sabemos que tudo se extingue
Nós não doamos quase jamais nada

Como nós não sabemos que tudo se esgotou
Como nós não sabemos o que é o verdadeiro temor
Como nós nunca tínhamos sentido a farsa
Ou visto crescer a hera que sobe

Como nós não vimos o céu de estanho
Flutuar um cadáver de um humano
Em um rio nu como um desenho
Apenas uma ou duas linhas em carvão

É uma canção, uma canção para velhos bobos
Como eu, bobinha de outrora
É uma canção, uma canção que vem do fundo de mim
Como um poço escuro e frio

Como nós não sabemos que estamos felizes
Que lá em cima nem sempre é tão azul
Como nós estamos em uma nuvem de maconha
Que nós não dizemos que queremos o melhor

Como nós não queimamos a decoração
Como nós não fizemos mensuração um dia à morte
Como nós temos alguém que nos abraça forte
Nós caímos sempre, concordo um pouco

É uma canção, uma canção para velhos bobos
Como você, bobinho de outrora
É uma canção, uma canção que vem do fundo de mim
Como um poço escuro e frio

Como nós não sabemos o que é o escape
E vergonha que nós sabemos o que merecemos
À medida que dançamos o baile dos hipócritas
Que nós nunca jamais imergimos pela janela

Tanto que nós não vimos queimar seu ninho
Em poucos minutos quase terminado
Tanto que nós acreditamos em todas essas bobagens
Que terminam todas pela “por toda a vida”

__
As Rosas Rosas (Les Roses Roses)
Letra e Música: Benjamin Biolay

Encontre-me nessa segunda-feira à noite
No pórtico de carruagens
Traga o seu guarda-chuva preto
O céu parece com raiva

Você me reconhecerá porque eu levarei
Um buquê
De rosas rosas

Ok encontre-me amanhã à noite
Esquina de Jacob e Saints-Pères
Esconda-se sob um lenço grande
Pois já é inverno
Você não pode me perder
Eu sempre uso esse guarda-chuva
Que me dá um ar melancólico

De seus sonhos
À meus sonhos
Não há quase nada
Nada que um traço
De batom rosa aos lábios
Em seu pescoço fervendo
Fervendo de febre…

Encontre-me nessa terça-feira à noite
Édouard número 7
Eu vou tocar guitarra
Eu tenho muitas facetas

Você me reconhecerá porque eu levarei
Um buquê
De rosas rosas

Ok, mas encontre-me um pouco mais tarde
Do que a última vez
Eu tenho trabalho, eu estou atrasado
E eu prefiro em minha casa
Você tem que subir quatro andares
Sem fazer qualquer ruído
Ou qualquer pausa

De seus sonhos
À meus sonhos
Não há quase nada
Nada que um traço
De batom rosa aos lábios
Em seu pescoço fervendo
Fervendo de febre…

Você me reconhecerá porque eu levarei
Um buquê
De rosas rosas…

__
Mais de Amor (Plus d’Amour)
Letra e Música: Benjamin Biolay

Quando não há mais de amor
Há ainda alguns restos
Alguns delgado juramentos
No marcador permanente
Dos cabelo em uma jaqueta

Quando não há mais de amor
Restam as quimeras
Dos sapatos no chão
A pia cheia de taças
De manhãs ordinárias
Em jantares mais que calros

Quando não há mais de amor
Resta alguma coisa
Algumas névoas comuns
Alguns segredos comuns
Perto de uma grande casa rosa

Quando não há mais de amor
Resta o terror
Streams de insultos incessantes
E perjúrios no sangue
As portas ao vento
E o medo do amante

Mais vistas pelo mar
O mesmo futuro linear
O amor vive seu inverno ordinário
Bem ordinário
Uma única palavra através
Para alguns jatos
Jatos de pedras
O amor viu seu inverno
Beira-mar, bem ordinário
Bem ordinário

Quando não há mais de amor
Resta a ternura
E às vezes nos embebedamos
Do vinho ruim para viver
Um momento que nos deixa

Muito menos cheio de amor
De repente tudo entre nós se opõe
Quando não há mais amor
Restam dois reféns
Quase dois leões em uma jaula
Sonhando com outras praias
Outras praias

Mais vistas pelo mar
O mesmo futuro linear
O amor vive seu inverno ordinário
Bem ordinário
Uma única palavra através
Para alguns jatos
Jatos de pedras
O amor viu seu inverno
Beira-mar, bem ordinário
Bem ordinário

Quando não há mais de amor
Resta uma velha joia
As pálpebras em lágrimas
A pele que se definha
E sempre esse grande borrão

Quando não há mais de amor em tudo
Nós repensamos aos bons tempos
Ao bom gosto de seus lábios
De seu suor, de sua febre
Lembranças inebriantes
De seu corpo indecente

Mais vistas pelo mar
O mesmo futuro linear
O amor vive seu inverno ordinário
Bem ordinário

Quando não há mais de amor

__

De novo (Encore)
Letra e Música: Mathieu Boogaerts

Hey meu querido, meu queridinho
Entre na minha cama, me faça os pequenos
Diga-me mais uma vez, diga-me mais forte
Que você me prefere, que você me adora

Sim, meu querido, meu queridinho
Venha cantar para mim que eu sou bonita
Venha pelas minhas nádegas, faça as carícias
Faça as promessas, à sua princesa sem parar…

Sim, de novo, de novo, de novo
Brinque comigo de novo
Sim, de novo, de novo, de novo
Este ar que eu adoro

Hey meu querido, meu queridinho
Onde você se esconde, não é gentil
Em seu poleiro, eu não posso vê-lo
No travesseiro, eu não te encontrei

Sim, meu querido, meu queridinho
Sem melodia, eu estou entediada
Sem mesmo uma palavra, você me deixou
Meu passarinho, voou, voou, vai…

Sim, de novo, de novo, de novo
Brinque comigo de novo
Sim, de novo, de novo, de novo
Este ar que eu adoro
Sim, de novo, de novo, de novo
Brinque comigo de novo
Sim, de novo, de novo, de novo
Assim eu adormeço

Sim, brinque comigo um pouco
Este ar maravilhoso
Sim, brinque comigo um pouco
E eu fecho os olhos
Sim, me acalme sempre
Desta história
De amor
Sempre

Sim, de novo, de novo, de novo…
Brinque comigo de novo

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